Templates da Lua

BlogBlogs.Com.Br

Quinta-feira, 29 de Maio de 2008

Refutata et Fugue pt. 3

Lentamente, o Sr. Parker levantou-se e, retirando os óculos, disse:
- Sinto muito, Sr. Gable.
- Kal.
- Não, nada de Kal. Clark Gable, Grace Kelly, ou qualquer que seja seu nome, eu sinto muito, mas o senhor não pode ser o Super Homem!
Frente a isso o Sr. Gable levantou-se, francamente injuriado:
- Com o quê!! E quem o senhor pensa que é, para me tratar desse jeito? Por que o senhor pensa que tem o direito de me dizer quem eu sou ou deixo de ser, hein? Seu charlatão!
- Porque... – começou, rompendo com as mãos a camisa abotoada, revelando o collant azul com um S vermelho no peito, inscrito num diamantóide vermelho de fundo amarelo:
- ... EU sou o Super-Homem!
E saiu voando pela janela.


Oito da manhã. PÉÉÉÉÉÉÉM. Daryl Parker, ainda exausto, desliga o despertador sem que chegasse a acordar completamente. Apenas uns cinco minutos depois é que levanta, ao som de uma sirene. “Psychologist? What the fuck was that all about? ”, pensou, mas já estava atrasado e, enquanto vestia o uniforme, o sonho foi se apagando da memória. Deu pãozinho molhado para Júpiter e, quando já ia saindo, resolveu parar um momento, em frente à janela aberta de seu pequeno apartamento. Observando as pessoas lá embaixo, pensou, “Maybe there is an exit, after all”. Depois de alguns segundos de hesitação, subiu no parapeito. Hesitou um pouco mais e, melancólico,. deixou-se cair.
As janelas dos edifícios sucediam-se rapidamente na queda, todas iguais. Os transeuntes aumentavam de tamanho vertiginosamente. Mas eis que, justamente nessa situação insólita, ele sentiu que, na verdade, adorava o que fazia. Adorava sua vida, e amaldiçoou seu pensamento anterior. Num gesto hábil, ele contraiu o antebraço, formando um “hang loose” com a mão direita, grudando uma teia no alto do prédio vizinho. Arqueou e subiu de novo, seguindo as sirenes. Hora de salvar alguns traseiros.

______________________________________________________________
FIM, espero que tenham gostado.

Segunda-feira, 26 de Maio de 2008

Refutata et Fugue pt. 2

Ok, so you wanna play?! Pensou Daryl Parker. Já havia atendido a pacientes desse tipo e, perito em técnicas de entrevista como era, conseguira abafar a estupefação, recompondo-se rapidamente. Era um jogo que ele conhecia bem. Let’s play, motherfucker.
- Mas o Super-Homem voa rápido. Por que o senhor se atrasou tanto?
- Perdi meus poderes. Está vendo o gesso? Caí de um telhado.
- Caiu de um telhado? Hum... diga-me, Sr. Gable, o senhor tem se sentido um pouco... pra baixo, talvez?
- Embaixo, na verdade.
- Deprimido, quero dizer?
- Pelo contrário. Nunca me senti tão ansioso. É por isso que estou aqui!
- Aaahh, é por isso...
Ops, hora de calar-se. O Sr.Parker já estava à beira de deslizar no anti-profissionalismo. Ok, let’s talk some fucking sense here. Levantou-se e lentamente caminhou até a janela.
- Sr. Gable, olhe pela janela, por favor.
- Sim. O que que tem?
- Por acaso o senhor está vendo as Torres Gêmeas?
- Não, não estou.
- Nem eu. Sabe por quê?!
- Não, por quê.
- PORQUE ESTAMOS EM NOVA IORQUE, É POR ISSO!!!
À luz de tal argumento, Clark Gable pareceu bastante confuso. Pouco depois, Daryl Parker juntou-se a ele, e os dois ficaram a olhar para o lado com expressão de espanto.
- Quero dizer, já passamos de 2001. O Super-Homem deveria ter uns 70 anos. No entanto, olhe para você!
- Na verdade, faço 103 semana que vem. Obviamente, eu não envelheço como vocês, humanos.
- De qualquer forma, o Super-Homem é de Metrópolis.
- Não, sou de Krypton. E sou um homem do mundo. Acontece apenas que eu perdi meus poderes em Nova Iorque.
“Sure, and ‘I Left My Heart In San Francisco’”, pensou Daryl Parker, maldosamente.
- Com perdão, Sr. Gable, mas…
- Pode me chamar de Kal.
- Ok, Kal. E como foi que perdeu seus poderes?
- Desconfio que haja uma conspiração para encherem o planeta de kryptonita. E já tenho alguns suspeitos.
Passados mais alguns minutos de conversa à mesa, a postura do Dr. Parker havia mudado, pois ele começava a acreditar que o pobre homem realmente pensava ser o Super-Homem, ao invés de meramente fantasiar para chamar atenção.
- Ok, Kal, mas acontece que o Super-Homem é um personagem de quadrinhos, criado por...
- Jerry Siegel e Joe Shuster, em 1932. Eu sei bem disso. Acaso me toma por um maluco?
- Não, Kal, de forma alguma. Mas como você explica essa “coincidência”?
- Não é coincidência. Eles eram meus amigos íntimos, os únicos que conheciam minha verdadeira identidade, além de minha tia May. Eram pessoas riquíssimas, donos de um belo pedaço de terra em Las Vegas e, não obstante, humildes e de bom coração. Mas eis que um tal Sr. Richard Alexander Luthor, empreiteiro ambicioso, desenvolveu um coquetel homeopático que mesmerizou-lhes, obrigando-os a doar suas terras a ele que, em seguida, apagou suas memórias! Posteriormente, porém, passaram a escrever histórias que, inconscientemente, representavam de forma simbólica, mais ou menos fidedigna, o que se passava de fato!
- Entendo. Mas, diga-me, como ninguém nunca viu nem ouviu falar de um “verdadeiro” Super-Homem?
- Sou discreto.
- Não me parece muito discreto revelar-me sua identidade!
- Ei, e quanto ao sigilo profissional? Por que você acha que o Batman e a Mulher-Maravilha se casaram com seus terapeutas? Aliás... fiquei um pouco desapontado quando cheguei. Eu pensei que o senhor fosse uma mulher e...
Justo no momento em que a conversa estava ficando especialmente bizarra, pôde-se ouvir o som crescente de uma sirene. Bombeiros. Fogo. O Sr. Gable calou-se e fechou o semblante.

___________________________________________________________________
Continua no próximo episódio

Sexta-feira, 23 de Maio de 2008

Refutata et Fugue pt. 1

Lenta e dolorosamente, o jovem doutor Daryl Parker levantou cedo para outro dia de trabalho. Oh, shit, pensou. Enquanto se arrastava por dois metros até a cozinha, sentia os músculos fatigados. Comera uns waffles mecanicamente, com os olhos ardendo e o pensamento obnubilado, como se estivesse apenas sonhando que havia acordado. “Muito trabalho e pouca recompensa, hein, querida?”, resmungara para sua "cágada" Júpiter, a qual lhe fitava impassivelmente, a mastigar um naco de pão molhado.
Acomodou-se na poltrona de seu consultório às nove e quinze. Ao que parece, seu primeiro paciente estava ainda mais atrasado que ele próprio. Ligou o laptop e começou um Paciência, modo Las Vegas. Always the best, é o que costumava pensar. Nove e vinte e: PAM! Você perdeu – não há novas possibilidades. Aquele maldito sonzinho, Pam! Desapontado com a surpreendente derrota, recostou-se na poltrona e viu uma aranha branquela, asquerosa, passeando na mesa. “Whatta hell!!”. Por Deus, era a aranha mais horrível que já vira. “Shit, that damn bug could be Franz Fuckin’ Kafka, for fuck’s sake!”, pensara, desnudando sua infância no Brooklin a um eventual telepata que estivesse nas redondezas. “Or maybe myself... ”, concluíra, melancólico, enquanto enrolava um exemplar do American Journal of Psychology. Caceteara o “inseto” quando fez um PÉÉÉÉÉÉÉM. Era a campainha.
Adentrara aos tropeços o consultório um belo homem de uns 30 e poucos, branco e alto, de cabelos pretos curtos e franja em S. Perscrutava os arredores com olhos inseguros, por trás daqueles grandes óculos que ele ajeitava com o indicador esquerdo, já que o braço direito estava imobilizado. Convidara-o a sentar-se, acrescentando:
- Pois bem, senhor... Gable. É isso?
O jovem homem anuiu timidamente.
- Clark Gable? Como o ator?
- S-sim, mas... bem, isso é um pouco embaraçoso. Esse é um, digamos, pseudônimo.
- Ah, então o senhor é escritor?
- Não exatamente. Sou jornalista.
- Hum... muito bem. E qual é então, seu nome verdadeiro, Mr. Mystery Man?
- C-como adivinhou meu nome?
Daryl Parker lançou-lhe um olhar confuso, vacilante. Um segundo depois, porém, o intrigante homem abriu um sorriso e respondeu, movendo a mão para frente como quem diz “ora, vamos”:
- Ora, vamos! Hehehe. Meu nome verdadeiro é Kal-el!
Dessa vez os dois riram alto, e Daryl Parker até batia as mãos na mesa, divertido. E então, Kal-el ficou subitamente sério e disse:
- Bem, mas é sério. Kal-el.
- Desculpe, mas... esse é o Flash. Não, não. É o Super-Homem, certo?
- Certo. Eu SOU o Super-Homem.


___________________________________________________________________
Continua no próximo episódio.

Quarta-feira, 21 de Maio de 2008

Onde está a liberdade de escrita?

Desde quando ela deixou de existir? Ou será que nunca existiu?
Quero ter a minha liberdade e não prender-me só em regras gramaticais que me limitam a qualquer criatividade escrita ou verbal.
Obviamente que evitarei as grandes gafes, mas quero me fazer compreensível a minha maneira.
Tenho aprendido muito com uma professora em especial, Gloria, que por incrível que pareça perita em português nos da aula de redação e expressão oral, e não se mostrou fã das regras enigmáticas do português, que muitas vezes se tornam incompreensíveis a quem o lê.
É fato que a língua portuguesa é uma das mais difíceis, já que essa não tenha sofrido muitas evoluções e se mantêm de seu eterno tradicionalismo e conservadorismo, desde sua criação.
Milhares de brasileiros sabem ler e escrever, mas não conseguem entender o que se lê(inclusive nos jornais), por abusarem de palavras quase ‘mortas’, irreconhecíveis por muitos leitores. E isso não quer dizer que sejam ignorantes, mas existe um abuso na língua portuguesa, já que essa é o extremo de detalhes e meticulosidade. Tem que possuir melindre para com o português.
Durante muito tempo me critiquei por achar que não sabia escrever, tinha vergonha de expor qualquer texto meu, achando que alguém muito a frente de mim pudesse vir a criticar a desordem e ignorância de minhas palavras, pontuações, acentos e tudo mais.
Mas hoje me nego a aceitar, escreverei da minha forma, fazendo o possível para ser clara nos meus assuntos.
Li um texto muito bom do Luis Fernando Veríssimo (O gigolô das palavras), que falava sobre isso, e que por sinal é como me sinto. Recomendo a leitura.
Um dos aprendizados que tive com essa professora foi: “Saiba argumentar”. Não adianta eu usar das palavras e idéias e não ter os argumentos que venham a defender e explicar o meu ponto de vista.
Conclusão:
Então lhes digo, escreverei da minha forma, respeitando algumas regras que acho essencial, tentando sempre ser clara e compreensível no que escrevo, defenderei a todo custo a minha liberdade de escrita.
Não sinta vergonha de escrever, é fato que cometeremos muitos equívocos, mas esse é o ônus de se possuir uma língua tão vago e rica.
Acredite no que se escreve e defenda as suas idéias, pois só assim tu não te renderas ao português e sim ele que se renderá a ti.

Quinta-feira, 15 de Maio de 2008

O Futuro Pensante do Brasil

Os grandes pensadores do Brasil, sim, aqueles que cursam uma faculdade especificamente estão no 3° semestre. Que nojo os que estão no 1° semestre, são lerdos, não sabem perguntar e nem o que perguntar. Mas então questiono: Porque a maioria dos jornalistas que ali estavam assistindo a uma bela palestra por sinal, foram os únicos a se manifestarem e a questionarem, de forma inteligente, saliento a eficiência e do quão relevante foram às perguntas, ao ponto da palestra se estender até o final da aula?
Uma pergunta que com certeza o 3° semestre não saberá responder, já que se preocuparam mais em criticar os alunos que prestavam atenção no que realmente era importante, e eles, o ‘futuro do Brasil’ criticando sem argumentos plausíveis, se arriando e tratando com torpeza os novos “colegas” de jornalismo.
Fui tomada por uma raiva indescritível, motivo:
Os ‘grandes pensadores do Brasil’, um grupo na verdade de quatro, estavam sentados atrás de nós e não calavam a boca, falavam de assuntos muito inteligentes como:
- Aí eu jamais trabalharia num sábado, ai eu odeio gente que fala lento, bem coisa de quem está no primeiro semestre!
Aquilo não me soou como pluma aos ouvidos, eles se referiam a um colega meu que fez uma das perguntas, relevante a palestra.
Obviamente que isso já vinha acontecendo em outras palestras e nessa não foi diferente, esses comentários pobre, sem fundamentos, ignorantes, miúdos entre outros adjetivos deploráveis. Um dia enche o saco ter que ouvir dos ‘grandes pensadores do Brasil’, essas ‘coisas’ que tenta intimidar quem realmente quer seguir a profissão e que desejam acima de tudo ser participativos questionando.
É tão ridícula essa mania que se estende em todas as faculdades, querendo qualificar os alunos do primeiro semestre como ‘lentos’, somos novatos é verdade, mas não lentos. Estamos tão ligeiros que a turma JON311 está de parabéns pelas ótimas matérias e a correria que fazem seja no individual ou em equipe, estamos sempre unidos e mostrando acima de tudo um coleguismo que me pareceu inexistente aos demais semestres.
A questão maior é destratar um colega, que por fazer uma pergunta de forma calma, pausado e se policiando a falar direito, seja vitima de um grupo de ridículos, sim eu disse ridículos, por se apegarem a coisas tão pequenas.
Vale lembrar: Futuros jornalistas do meu e do seu Brasil.
Um deles, um guri em especial, só sabia repetir que nem papagaio: Ridícula, cala a boca, louca, ridícula, cala a boca, louca. “Deussssss, como é possível alguém ter um vocabulário tão extenso?”.
Não quero me abster da situação constrangedora, pois tomei as dores e briguei por achar muito injusto ter que aturar piadinhas de pessoas que nem conheço e que deveriam ser nossos colegas, ao menos isso, não peço nada a mais, nenhuma amizade. Mas logo se vê quem tem caráter e ética, logo se vê.
Não quero mudar o mundo, só esperava que numa universidade onde muitos estão lá para pensar, pensassem, mas nem todos pensam assim.
Até quando teremos que aturar pessoas que acham que entendem, sabem e fazem mais do que eu? Tu? Nós?
Quem sabe faz. Quem realmente fala tem algo a dizer. Quem pensa pensar nem sempre pensa. Quem se vangloria faz isso sozinho.
Depois da discussão, uma das ‘pensadoras do Brasil’ falou:
- Professora é fato que os alunos do primeiro semestre são lerdos!
Não minha querida, nós não somos, prova disso é que estamos tão ligeiros que conseguimos prestar atenção na palestra e nas besteiras que são ditas no ar, por vocês o ‘futuro jornalistas do Brasil’.
Porque acima de tudo a lerdeza é ser aparvalhada, e provém de um raciocínio lento e mais, de comentários tolos, sim esses que só atrasam a vida, te tornam pequenos, mesquinhos e muito lentos para qualquer tipo de tentativa de comunicação.

APRENDI UMA LIÇÃO, E DISSO FAREI UMA PROMESSA:
Prometo que não me arriarei em quem seja do primeiro semestre, pois eu me sinto mais preparada de que uns ai que estão há minha frente, e sei que quando eu estiver me formando terá alguém tão bom como eu iniciando o curso e trilhando sua brilhante carreira.
A minha será, pois sou colega, humana e completamente apaixonada pela verdadeira comunicação. Não necessito de termos pejorativos que tentam ‘qualificar’ alguém.
Nunca precisei pisar em ninguém para ser alguém, ainda estou em formação e admito isso com humildade. O que me permite a cometer equívocos.
Mas duas certezas:
Meu vocabulário é rico e meus argumentos válidos.

Quinta-feira, 8 de Maio de 2008

O Dicionário

Help dicionárioooooo...
Quem nunca precisou de um Aurélio para entender ou quintuplicar o conhecimento?
Porque não nos dedicamos uma hora á leitura do nosso querido dicionário?

Sempre o usamos na hora em que mais precisamos e nunca agradecemos á eficiência que ele nos tem proporcionado.
Agradeço as vezes que não sabia onde por o acento, ou quando não compreendia as palavras fundamentais que davam o verdadeiro sentido da frase e muito obrigado por me fazer descobrir palavras que se quer imaginava existir.
O dicionário sempre foi humilde, nunca se vangloriou por saber mais do que eu e nunca em toda a minha vivencia se negou a me ajudar.
Todas as vezes que tratei com torpeza alguém e procurei significados no Aurélio para me desculpar, as vezes que não conseguia expressar com certeza sobre o que eu sentia e quando eu quis entender o verdadeiro significado do amor, já que esse me é confuso na vida, foi ele o Aurélio quem me explicou.
As vezes que uma idéia louca me surgia e era ele quem estava disposto a me contar que loucura não é só insanidade, mas também pode ser paixão.
O dicionário que em uma palavra me deu diversas razões, conceitos e significados.
Aurélio que me fortalece a mente e nunca se quer me cobrou por isso, nunca jogou na minha cara “fui eu quem te ensinei”, e nunquinha me cobrou dinheiro para me ensinar.
Ele que está sempre pronto e não fatigou em sua caminhada comigo, ele que já viajou o mundo, ele que se é acessível, ele que nunca teve problemas em se abrir, ele que explica de forma sucinta, ele que é simplesmente perfeito.
Obrigada ao meu dicionário Aurélio, que não se cansa em me dar novas idéias e descobertas.
Obrigada por não se intimidar em me mostrar as verdades, e só vir a acrescentar e inspirar meu humilde vocábulo e escrita.
Eu assumo, eu dependo de ti.

Ass: Sua eterna subordinada.

Terça-feira, 6 de Maio de 2008

O controle remoto

Parece que quanto mais evoluímos, mais simples as coisas, mas mais complicado para quem é mais velho. É difícil acompanhar o ritmo da ‘evolução tecnológica’.
Percebem que quanto mais facilidades, como o controle remoto, que em breve será substituído pelo ‘controle de voz’, já que muitos eletroeletrônicos funcionarão pelo comando das nossas lindas vozes.
Coitado dos mudos, mas garanto que a Philips, LG, Sony, Toshiba, Gradiente, etc. Darão um jeito, afinal eles são os nossos heróis e nunca nos decepcionaram.
Alguns telefones, grande maioria, os mais sofisticados que amanhã deixarão de ser, já usam esses atributos.
A, e o controle remoto? Sim, Ele que tanto nos trouxe facilidades e comodidades, lembro-me bem de quando era criança e minha TV não tinha controle, era uma luta para trocar de canal, já que tínhamos que tirar no ‘unidunite’ quem iria ter a coragem de se levantar do sofá para fazê-lo.
Mas ai, ’Tantantarão’, chegou o herói, o controle remoto, (e todos gritavam, ViVa), a nova tecnologia que mudou o conceito de ver TV. Chegava a dar gostinho de trocar de canal, mas o que antes era tortura se tornou briga, afinal todos queriam o controle remoto, isso era ter o controle de tudo. Mas para se ter o controle, existe uma hierarquia a ser respeitada, e o mais velho e poderoso sempre ganhava, no caso o meu Pai. Este mesmo, que acabou enfartando aos 40 anos, sim, pois sua vida era sedentária; ele que saia do trabalho, chegava em casa, comia e assistia a sua querida TV, obviamente manuseado pelo controle remoto que o impedia de se levantar para trocar de canal, (por sinal, o único exercício físico que ele fazia), acabou que por entupir sua artéria ‘Mor’, e ocasionou nessa triste realidade que vos conto. Calma, ele sobreviveu!
Continuando...
Sim, o controle remoto teve a sua parcela de culpa dos muitos enfartos e tromboses da humanidade, já que graças a ele, foi possível ter meios muito mais fáceis de trocar de canal.
Mesmo assim digo com orgulho: “Como amo o controle remoto”, que infelizmente está se indo já que no futuro serão as nossas vozes que comandarão the world.
É meus caros, os riscos serão maiores, além de enfartos, tromboses, obesidade e etc. Também poderemos ficar roucos, então já os aconselho a se calarem até a chegada desse poder do “controle de voz”, que nós sonhávamos em ter e que teremos daqui a alguns anos...
E os mudos? Que batam palmas, já que esse é o som mais ‘próximo’ que chegarão de uma voz.
ViVa a tecnologia...Palmassss..Clap, clap, clap...
Ops, acho que ligamos a TV.

Quinta-feira, 1 de Maio de 2008

A Rapunzel...

Olá meu nome é Rapunzel e eu estou aqui pra lhe contar uma história...Não, não é uma homônima sou eu mesma, aquela princesa que estava em uma torre muito alta, nível World Trade Center, e que você provavelmente ouvi falar quando era criança. Sim você não leu errado eu estava, porque não estou mais. Cansei se ficar anos lá sentada, chorando , sofrendo e esperando um príncipe que, sabe-se lá porque, não aparecia nunca.

Provavelmente virou gay, hoje em dia isso é muito comum entre os príncipes. A própria Cinderela me contou. O príncipe dela ao invés de devolver o sapatinho, calçou o Dolce & Gabanna salto 15cm e fugiu com o guia da carruagem. Um horror. Bom, pra evitar esse constrangimento e ficar falada no reino todo, eu desci da torre.

As notícias que eu lia no “Kingdom News” pela internet, dizendo que a Branca de Neve tinha montado uma escola para anões e estava ganhando muito dinheiro, de que a Bela Adormecida escreveu o livro “Como ganhar dinheiro dormindo”, que virou um campeão de vendas, me animaram, então eu decidi.

Tomei uma Fluoxetina pra me animar, uma Cibutramina para perder uns quatro quilinhos e me joguei de lá. Mas antes, claro, pintei o cabelo loiro de ruivo e cortei um chanel com o Wanderlei Nunes, que modéstia a parte ficou um arraso. E foi com o dinheiro da venda do cabelo que eu paguei as aulas de rapel para descer da torre.

O dragão que cuidava de lá, nem sei, acho que era lenda, não o vi. Aliás, o que tem de lenda urbana sobre mim, por Mérlin, eu só descobri quando desci. Primeiro, meu cabelo era enorme e terrível de lavar aquilo em uma bacia, imagina! Minhas roupas, nossa, eu ainda usava cintura alta e ombreiras, nada de vestidos rosa. Bom o resto, eu vou lhes contar na revista Veja, nas páginas amarelas da semana que vem. E o meu corpinho todos vão ver na Playboy deste mês.

Segunda-feira, 21 de Abril de 2008

A camiseta de time...

Era um domingo de jogo do inter e eu, sem ter idéia que tinha o tal jogo, botei uma camiseta do Inter que me emprestaram.

Depois que o jogo acabou, eu ainda sem saber, sai na rua, com a camiseta, para ir no supermercado.

Aí começou a parte estranha.

Pra começar a camiseta era da minha prima, escrito "FAELA" atrás, tudo bem, quando eu sai na rua, as pessoa me cumprimentavam, tipo: Oh tudo bem?

Gente que eu nunca vi, mas depois entendi que eram torcedores do Inter.

Depois quando eu entrei no super, o máximo foi um senhor que me disse assim: O que achaste do resultado?

O que eu vou responder?
Eu não entendo nada de futebol, aliás, odeio!
Esse senhor é gremista ou colorado? Dependendo da minha resposta eu apanho.

Eu só respondi -Bahhh...

Graças a Deus "BAH" é amplo pode ser interpretado de várias formas!

Quando eu tava voltando, uma mulher me disse: Que jogão hein!
Eu respondi: pois é!

Coisa louca, mas pelo menos eu voltei são e salvo, ninguém me bateu!

Sábado, 19 de Abril de 2008

MEU BLOG

Passando apenas para divulgar meu blog.
jornalostgermano.blogspot.com

Visitem por favor. Não custa nada.

PS: Em breve a saga terá início.

Quarta-feira, 16 de Abril de 2008

FILTRO SOLAR DO GAÚCHO

Filtro Solar.
Gaúcho que se preze não usa essas frescuras.
Aproveite ao máximo o poder e a beleza das chinas novas, pois quando ficarem velhas você pagará igual.
Não pague as contas velhas e as novas deixe envelhecer.
Não se preocupe com o futuro, ou então preocupe-se se quiser, mas saiba que preocupação só serve pra infarto.
Todo dia enfrente algo que te meta medo de verdade, afinal banho não mata.
Não mande seu filho estudar na Europa pra não voltar afrescalhado.
Não perca tempo com posições. Às vezes se está por cima, às vezes você está por baixo, mas no fim das contas o valor é o mesmo.
Não se sinta culpado por não saber o que fazer da vida. Lembre-se que a preguiça é a mãe de todas as virtudes e mãe não deve ser contrariada.
Tome bastante cálcio, seja cuidadoso com os joelhos, você ainda pode ter que correr de alguém.
Talvez você case. Talvez não. Talvez tenha filhos. Talvez não. Mas saiba que na vida só existem três certezas: tu vai morrer, um dia terá um fusca e talvez seja até corno. Se você já não tem um fusca, então só falta morrer.
Trabalhe uma vez em São Paulo, mas se mande antes de enlouquecer. Trabalhe uma vez na Bahia, mas se mande antes de virar vagabundo.
Não ature gente folgada, corra eles com relho.
Respeite as mães dos outros, pois mãe é mãe. Se a mãe do seu amigo te der bola, seja honesto, termine a amizade antes de pegar a coroa.
Não deixe que critiquem seu churrasco e nem seu chimarrão, se não gostarem bote eles pra correr na ponta da faca.
Use bastante bombacha, vá ao bolicho, vá ao CTG, visite a redenção e reze aos pés do laçador. Passe a diante as tradições, as contas, a sogra e se ratear até a mulher tu manda embora.
Mas lembre-se, Filtro Solar é coisa do Pedro Bial.

Terça-feira, 15 de Abril de 2008

Alguém tem um mata moscas ai ?

To afim de matar uns bichos, mas não são aqueles que voam.
È bicho dos grandes, mas fica difícil com um mata moscas desse tamanho, tem que ser coisa grande mesmo.
É um absurdo o que a politicagem faz e o quanto ela influencia até na mídia, não sei quem assiste o programa CQC da band (todas as segundas as 22h15), mas quem não viu, assista, pois é o típico programa que te da um tapa na cara para te acordar.
A questão que mais me indignei foi á cara de pau que os seguranças da câmara, (sim aquela duas torres imensas que ficam em Brasília, e que vivem nossos queridos deputados, senadores, vereadores..entre outros cargos políticos que pouquíssimos fazem jus ou qualquer outra coisa), fizeram com o grupo de jornalista da CQC, proibindo eu disse PROIBINDO a entrada dos mesmos para entrevistar, ou melhor, nas frustradas tentativas de entrevistar os nossos políticos.
O fato é que a CQC difere de outros meios de comunicações, fazem perguntas que dói o estomago, não tem papas na língua, o que obviamente irritou profundamente os nossos queridos políticos.
Mas na teoria não se pode calar a imprensa, a ditadura acabou, como dizia um dos repórteres.
Uma pergunta:
- A livre expressão existe ou é uma utopia?
Mas porra, até quando haverá manipulação de políticos, e grandes empresas em nossa mídia?
Até quando alguém que tenha a coragem de fazer uma denuncia deixara de ser um arquivo morto?
Até quando a coragem deixara de ser sinônimo de perseguição?
Quer saber?
CQC para os políticos, afinal Custe o Que Custar !
Eu não vou desistir.

Segunda-feira, 14 de Abril de 2008

O Homem e a Mulher ou (O Macho e a Fêmea)

H – Olá tudo bem ?
M – Oi, tudo !
H – Como se chama?
M – Me chamo Mulher !
H – Ah Mulher, do latim muliere quer dizer fêmea do homem; Pessoa adulta do sexo feminino depois da puberdade; Pessoa do sexo feminino casada; (fig)Homem efeminado, Mulher de má vida: Prostituta, Rameira. (by Dicionário Porto Editora, 7° edição, 1997).
M – E você como se chama ?
H – Me chamo Homem !
M – E o que significa?
H – Do latim Homine, Ser humano; Pessoa adulta do sexo masculino; Varão; Humanidade; Marido; Sujeito; Indivíduo. (by Dicionário Porto Editora, 7° edição, 1997).
M – Ahhh... que lindo nome, tão viril e ao mesmo tempo soa tão poético em meus ouvidos !
H – Você é bastante sentimental !
M – E você é bastante inteligente !
H - Então, você poderia se abrir pra mim ?
M – Para que ?
H – Para lhe penetrar todo o meu conhecimento !
M – Sim, claro desde que não me machuque.
H – Jamais !
M - E eu poderia retribuir dando todo a minha passionalidade?
H – Mas é claro !

Tic –tac, tic-tac, tic-tac, tic-tac, tic-tac, tic-tac, tic-tac, tic-tac, tic-tac, tic-tac !

M – Nossaaaaaaaaaaa...como foi lindo...me tocou profundamente !
H – Nossaaaa, e como foi inteligente da sua parte, ampliou mais ainda minha inteligência !
M – Foi um prazer !
H – Imagine, o prazer foi todo meu !

Sábado, 12 de Abril de 2008

FRASES DE MULHERS RESPONDIDAS POR HOMENS

MULHERES - Dirigimos melhor...
HOMENS RESPOSTA - Melhor que cegos!

MULHERES - Não ficamos carecas...
HOMENS RESPOSTA - Se cabelo fosse bom não nascia no ...

MULHERES - Temos um dia internacional...
HOMENS RESPOSTA - Os outros 364 são nossos!

MULHERES - Temos prioridade em botes salva-vidas.
HOMENS RESPOSTA - Nós sabemos nadar!

MULHERES - Uma greve de sexo consegue qualquer coisa...
HOMENS RESPOSTA - Inclusive um chifre!

MULHERES - A programação da TV é 90% voltada pra nós.
HOMENS RESPOSTA - Nós temos DVD!

MULHERES - Somos os primeiros reféns a serem libertados...
HOMENS RESPOSTA - Porque nem os seqüestradores agüentam vocês!

MULHERES - A idade não atrapalha nosso desempenho sexual...
HOMENS RESPOSTA - Mas atrapalha p/ arrumar parceiro sexual!

MULHERES - Somos nós que somos carregadas na noite de núpcias...
HOMENS RESPOSTA - Caso contrário vocês podem se perder!

MULHERES - Se somos traídas, somos vítimas ... se traímos, eles são cornos...
HOMENS RESPOSTA - Se somos traídos elas são putas, se traímos somos garanhões!

MULHERES - Podemos dormir com uma amiga sem sermos chamadas de lésbicas...
HOMENS RESPOSTA - Podemos dormir com suas amigas que elas não contam para vocês!

MULHERES - Somos capazes de prestar atenção em várias coisas ao mesmo tempo...
HOMENS RESPOSTA - Mas incapaz de executar ao menos uma de cada vez!

MULHERES - 98% da indústria de cosméticos e 89% da indústria da moda são voltadas pra nós...
HOMENS RESPOSTA - 98% da industria de cerveja e 89% da industria automobilística são voltadas para nós!

MULHERES - Não nos desesperamos em frente a um campo de grama com 1 bola e 22 mulheres...
HOMENS RESPOSTA - Nós não nos desesperamos frente ao pedal da embreagem!

MULHERES - Mulher de presidente é Primeira-Dama; marido de presidenta é um zero à esquerda, mesmo que ele seja de direita...
HOMENS RESPOSTA - Vocês conhecem alguma presidenta?

MULHERES - E por último: Fazemos tudo o que um homem faz, e de salto alto!

HOMENS RESPOSTA - Quero ver mijar em pé...

Fonte: Meu email, viu Uriel

Quinta-feira, 10 de Abril de 2008

A diferença entre o diálogo masculino e feminino

Duas mulheres se encontram na rua, uma delas saindo do cabeleireiro:

Mulher 1: Olá, querida!!! Você cortou o cabelo?
Mulher 2: Cortei amor! Você não imagina com quem... o Edson,
aquele mago da tesoura.

Mulher 1: Maaaraaaviiilhooosooo. Ficou 10 anos mais moça. Essas
mechas, que bárbaro! Vou mandar fazer igualzinho. Foram luzes?
Mulher 2: Não menina, é uma técnica nova de clareamento que ele
trouxe da Itália. Imagina que... (Meia hora depois...)

Mulher 1: Então tá bom querida. Corre pra casa que teu namorado
vai morrer de orgulho da mulher que tem.
Mulher 2: Ai amiga, te adoro! Beijinhos!

Mulher 1 sai pensando: Como essa perua ficou ridícula! Será que
ela não se enxerga? Não sei como aquele gato do namorado dela
continua com ela. Se der mole eu agarro ele.
Mulher 2 sai pensando: Essa galinha deve estar morrendo de inveja
do meu visual. Ainda quer fazer igual, vê se pode! Com aquele cabelo que parece um arame. Nem com implante!

-------------------------------------------------------------------------

Dois Homens se encontram na rua, um deles saindo do barbeiro:

Homem 1: Opa! E aí seu fdp? Tava cortando o cabelo né, gay?
Homem 2: Não jacú... tirei pra lavar, aproveitei e deixei a orelha crescer!

Homem 1: Que merda de corte, hein? Tu tá parecendo um viado. O cabelereiro entendeu PRA BICHA ao invés de CAPRICHA é? hehehe
Homem 2: É... mas tua mãe gostou.... hehehe

Homem 1: Falou então!...ah, manda um beijo pra aquela gostosa da tua irmã, viu?
Homem 2: Outro pra sua, abraço!

Homem 1 sai pensando: - Que camarada gente fina!
Homem 2 sai pensando: - Esse cara é gente boa pra caramba...

Quarta-feira, 9 de Abril de 2008

São as mulheres que erram

Antes de falar qualquer coisa sobre meu título machista, leiam o texto.

Ah os homens... Esses homens que nascem, crescem, curtem sua juventude, "amadurecem" e se casam. Têm experiência para lidar com tudo, só não sabem mesmo é lidar com o amor. Não têm sequer noção de quão nobre é este sentimento. Deixam de cultivá-lo por que ignoram o dito popular "o amor é uma planta delicada, se não for regada morrerá."
E dentro desta ignorância, passam a sair para festas com os amigos, freqüentam lugares inimagináveis, gastam dinheiro com mulheres desprovidas de sorte, estas que um dia, também queriam ter sido amadas e respeitadas como tal.
E o tempo vai passando, a esposa que esperava por uma palavra amiga, um carinho, um afago fica lá, só na espera. Ninguém se deu por conta, mas o amor está indo embora, morrendo aos poucos.
Um belo dia, a mulher acorda e decide que a partir daquele momento ela não será mais a mesma, sabe de tudo o que está acontecendo e desabafa "cansei".
Passa a se preocupar em sorrir mais, viver mais. Porém, ela se esquece que é mulher, e que nossa sociedade está fundamentada em valores morais extremamente machistas, ele está certo, ele é o coitado e ele não suportou mais a situação.
E ela? Ninguém sequer se preocupa em perguntar o que passou? Ninguém quer saber né... Atirar pedras é mais fácil do que estender a mão ou oferecer um ombro amigo.
Amigos, não há o que comentar, não se tem por que falar qualquer coisa não é?
Afinal... São as mulheres quem erram.


Terça-feira, 8 de Abril de 2008

Português - Português

Já que estamos falando de Portugal...

Garoto: No Brasil, menino. Em Portugal, é o nome popular do café com leite que se toma nos cafés ou restaurantes, sendo comum a distinção entre o "garoto claro" (mais leite do que café) e o " garoto escuro" (vice-versa): "Traz-nos dois garotos claros e alguns biscoitos."
Bicha: No Brasil é gíria para designar um homossexual masculino. Em Portugal, significa simplesmente fila: "havia uma bicha enorme à porta do teatro".
Cápsula: No Brasil, recipiente oco que serve de veículo para um conteúdo qualquer. Em Portugal, é tampa de garrafa.
Penso: No Brasil, conjugação do verbo "pensar". Em Portugal, é curativo que se usa em ferimentos leves; o modelo industrializado do tipo band-aid é chamado de "penso rápido".
Rotação: Além de todos os sentidos que o termo tem no Brasil, em Portugal indica uma rodada de campeonato esportivo: "O Benfica não perde há cinco rotações."
Apelido: No Brasil, é alcunha, nome informal que se dá a uma pessoa. Em Portugal, é o sobrenome, nome de família
Putos: Tido como palavrão no Brasil, em Portugal é um termo dos mais inocentes: vindo do latim puer, indica crianças, garotos.
Fato: No Brasil, um acontecimento, uma ocorrência real. Em Portugal, com esse mesmo sentido, escreve-se "facto"; a palavra "fato" indica terno, roupa em geral: "Preciso comprar um fato escuro para ir amanhã à Ópera."
Jornaleiro: No Brasil, vendedor de jornais. Em Portugal, é o que chamamos de diarista, trabalhador que recebe por jornada de trabalho.
Dobrar: No Brasil, é envergar algo, produzir uma dobra. Em Portugal, significa dublar, substituir os diálogos e vozes de uma trilha sonora (de filme etc.) falada numa língua por trilha equivalente em outro idioma.
Cuecas: Em Portugal, designa, além de roupas de baixo do homem, a peça feminina equivalente, muitas vezes indicada no diminutivo para distinguí-la da masculina: "A janela estava aberta, e vi-a a caminhar no quarto apenas em cuequinhas!"
Roupa-velha: Na maior parte do território Brasileiro, tem apenas o sentido óbvio, mas, em Portugal, refere-se também a uma espécie de ensopado feito com sobras de carne e legumes.

Inglês para Português

Para nos acostumarmos com o inglês(ou português) do nosso querido professor José Valentin Peixe.

Can: Para se dirigir a uma pessoa. "Can vem lá?"
Can't: Muito usado no verão. "Estava um dia can't e abafado"
Year: Ato ou ação de partir. "Tive que year embora"
Eye: Expessão de indignação. "Eye que assim não pode ser"
Feel: Pequena corda. "Feel dental."
Ice: Expressão de desejo. "Ice ela quisesse."
Vase: Expressão de ordenação. "Um de cada vase, por favor!"
Dark: Expressão popular. "Mais vale dark receber."
Dick: Expressão amorosa. "Dick vale a pena viver sem ti."
Read: Muito usado na pesca. "Para mim, tudo que vem à read é peixe."
Jack: Ato de acomodação. "Jack estamos aqui, vamos comer."
Floor: Expressão de rejeição. "Ele não é floor que se cheire."
Loose: Ato de desligar. "Fecha a loose, que já é tarde."
Say: Dúvida filosófica. "Eu só say que nada say."
Say you: Orgão feminino. "Eu toquei no seu say you? (by Rigotto)
Pay to: Sinônimo de say you. (by Rigotto)
Mad: Máxima antiga. "Um homem não se mad aos palmos."
Suck: Muito popular no Brasil. "Não enche o suck!"
Rave: Expressão de indignação. "Irritou-se tanto que ficou cheio de rave."
Cool: Parte do corpo humano. "Se não te calar, levas um pontapé no cool."
Dig: Tomar uma atitude. "Eu geralmente dig o que tenho pra dizer."
Crash: Expressão de ameaça. "Crash e aparece!"
Movies: Expressão de movimento. "Pára! E não te movies!"
Steve: "Eu steve para ir, mas não fui. Estava a chuveire.

Espero que o Peixe não leia isso. E leiam meu blog também.

Sábado, 5 de Abril de 2008

PÉROLAS DO JORNALISMO

Hora de rir dos nossos futuros colegas de profissão

"O velho reformado, antes de apertar o pescoço da mulher até a morte, se suicidou."
(A volta dos mortos-vivos)

"Na chegada da polícia, o cadáver se encontrava rigorosamente imóvel."
(Viu como ele é disciplinado?)

"O cadáver foi encontrado morto dentro do carro."
(Puxa, por pouco não pegam um cadáver vivo...)

"Ela contraiu a doença na época em que ainda estava viva."
(Que azar, coitada!)

"No corredor do hospital psiquiátrico, os doentes corriam como loucos."
(É mesmo?! Que coisa impressionante!!!)

"A nova terapia traz esperanças a todos os que morrem de câncer a cada ano."
(Viva a ressurreição!)

E a clássica:

"A vítima foi estrangulada a golpes de facão."

Sexta-feira, 4 de Abril de 2008

Frases...

As 5 frases mais loucas que já ouvi...

1)"Oi, eu to no onzio (ônibus)"
Velhinha no ônibus ao celular

2) "A mãe ta bem asqueroza (esclerosada)"
Amiga da minha mãe

3) "Ele ta fazendo a dieta de Sautiu Biti (South Beach)"
Minha mãe

"Colega: Não seje assim agressivo!
Eu: Seja, não seje!
Colega: Então, seja burro como eu e não agressivo"
Minha colega do terra e eu

4) "A senhora sabe, no Brasil são 18milhões de habitantes" (Em 70 já eram 90 milões...)
Homem no ônibus

5) "Te cuida com a Nena, ela é mulher de presídio"
Dois mendigos conversando